O ACORDO DE PAZ DE MINSK
- ATUALIDADES Internacionais

- 11 de fev. de 2022
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Atualizado: 8 de dez. de 2022

PROTOCOLO DE MINSK: acordo assinado por representantes da Ucrânia, da Rússia, da República Popular de Donetsk (DNR), e da República Popular de Lugansk (LNR) para encerrar a guerra no leste da Ucrânia | 8 de setembro de 2014 | O acordo foi assinado após longas negociações em Minsk - Bielorrússia – com a mediação da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE). fonte:ukraine-eu.mfa.gov.ua
Por: ATUALIDADES | 11 fevereiro 2022 | 14h25
O desenrolar da atual crise entre a Rússia e a Ucrânia tem se revelado uma extensão dos combates entre as forças do governo ucraniano e grupos armados pró-Rússia, apoiados pela Rússia, há muitos anos instalados na Ucrânia. A segurança internacional ucraniana é contextualizada pelo Protocolo de Minsk, assinado na Bielorrússia sob pressão e às pressas em 2014.
Dentre as cláusulas elencadas, destacamos o cessar-fogo imediato em certas regiões (as que estavam sob controle separatista) de Donetsk e Lugansk; a retirada de todo o armamento pesado na mesma distância por parte dos dois lados a fim de criar uma zona de segurança de 50 quilômetros para a artilharia de 100 milímetros de calibre ou mais; o restabelecimento do pleno controle da fronteira russo-ucraniana na zona de conflito por parte do Estado ucraniano até o final de 2015; a retirada e desarmamento de todas as formações armadas estrangeiras, armamento e também mercenários do território da Ucrânia sob a supervisão da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa – OSCE - encarregada de verificar o cumprimento do cessar-fogo e a retirada do armamento pesado.
Com o cessar-fogo nas cidades de Donetsk e Lugansk, ocorreu o consequente fortalecimento da imagem da Rússia em solo ucraniano e o enfraquecimento das forças de combate ucranianas, lacunas contraditórias deste acordo. O presidente ucraniano Oleksandr Zelensky – 2019 - solicitou uma emenda ao Protocolo que apresentava um perfil desfavorável ao seu país, mas a Rússia a recusou.






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