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Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia discursa na abertura do Fórum La Toja 2022

Atualizado: 8 de dez. de 2022


FÓRUM LA TOJA | 2019 | Espanha | Vínculo Atlântico | Encontro pautado na independência de critérios, pluralidade e excelência como referência no debate intelectual e acadêmico, destinado a promover a troca de ideias e experiências | Um olhar para o futuro a partir das raízes comuns e dos interesses compartilhados | Espaço de diálogo, reflexão e defesa da democracia liberal com a representação equilibrada dos diferentes países que compõem o espaço do Atlântico.fonte,foto:forolatoja.com


Por: ATUALIDADES | 30 setembro 2022 | 14h30



Na IV Edição do Fórum La Toja Vínculo Atlântico 2022 que acontecerá até sábado na Ilha A Toxa, em O’Grove Pontevedra, o Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, afirmou nesta quinta-feira (29) que ser aceito como Membro da União Europeia o quanto antes seria o melhor para o seu país, salientando que a guerra que ocorre na Ucrânia hoje é o resultado das incertezas dos países mais influentes da União Europeia nas últimas três décadas. A Espanha, onde está se realizando o Fórum, será o próximo Membro a ocupar a presidência rotativa da União Europeia no segundo semestre de 2023.


O Ministro dos Assuntos Exteriores UE Espanha, José Manuel Albares, afirmou que a Espanha não aceita os referendos ilegais e rejeita a anexação de regiões ucranianas, acrescentando que os russos fazem com que o mundo olhe para o passado, conduzindo a todos aos tempos dos mouros. O Alto Comissário da União Europeia para Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Josep Borrell, ao citar a nova arquitetura da segurança europeia, admitiu que será muito difícil, quase impossível, que a Europa volte a se sentar com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, depois da guerra.


Ratificando seu pedido para que os países continuem apoiando a Ucrânia econômico-militarmente, o Ministro Kuleba lembrou que seu país "é o maior defensor dos valores atlânticos e que apostar na Ucrânia é o maior investimento que poderiam fazer”. Declarou ele: "Lembro-me que todas as questões sobre a Ucrânia na União Europeia eram acompanhadas da questão: e o que vai achar a Rússia? Como vai ser a relação da União Europeia e a Rússia?”, e completou dizendo que “é preciso acabar com isso, defendendo a adesão num prazo razoável”.


 
 
 

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