Lei de Redução da Inflação norte-americana preocupa União Europeia
- ATUALIDADES Internacionais

- 9 de dez. de 2022
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UNIÃO EUROPEIA: Ursula von der Leyen | Países (27) Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Romênia, Suécia | Em Processo de incorporação (5): Turquia, Macedônia, Montenegro, Sérvia, Albânia | Bloco econômico com moeda própria e com espaço de circulação sem fronteiras que tem por princípios a liberdade, a democracia, a igualdade, o Estado de direito, a promoção da paz e da estabilidade.fonte:european-union.europa.eu
Por: ATUALIDADES | 09 dezembro 2022 | 08h15
Nos Estados Unidos, o Plano denominado Lei de Redução da Inflação - IRA que liberou subsídios no valor de US$ 430 bilhões (€ 408 bilhões), visa combater as mudanças climáticas, reduzir os custos de medicamentos, reduzir os preços da energia, assim como, oferecer incentivos fiscais para a compra de produtos fabricados nos Estados Unidos.
A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, se pronunciou em Bruxelas sobre um possível desequilíbrio competitivo que pudesse vir a prejudicar as empresas da União. Apenas países que assinaram o Acordo de Livre Comércio com os Estados Unidos, como por exemplo o Canadá e o México, poderiam se beneficiar dos subsídios atraentes a serem concedidos.
Percebendo a preocupação de alguns Países-membros, a Presidente comprometeu-se em intensificar seu apoio à indústria europeia, sugerindo que se estabelecessem medidas para que o mercado fosse reequilibrado, regras próprias para facilitar o investimento público na transição ambiental e adequação do financiamento europeu para a manutenção deste período. Dentre suas sugestões, solicitou a criação do Fundo de Soberania Europeu para apoiar projetos industriais no bloco.






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