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Junta Militar da Guiné pretende reduzir para dois anos a entrega do poder aos civis

Atualizado: 5 de jan. de 2023


COMUNIDADE ECONÔMICA DOS ESTADOS DA ÁFRICA OCIDENTAL – CEDEAO | sede: Abuja, Nigéria | ECOWAS: ing. |1975 | Tratado de Lagos |15 Países da África Ocidental | Benin, Burkina Faso, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Serra Leoa, Togo e Senegal e Cabo Verde (posteriormente) | Promover a cooperação e a integração para estabelecer uma união econômica que acelere o comércio, o desenvolvimento social, econômico e político da região da África Ocidental.fonte,foto: ecowas.int


Por: ATUALIDADES | 02 agosto 2022 | 10h15



Com a derrubada do poder do Presidente da Guiné em setembro de 2021, Alpha Conde, o chefe da Junta Militar, Cel. Mamady Doumbouya, se comprometeu em entregar o poder aos civis em três anos.


Na última quinta-feira (28) o Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embalo, também Presidente da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental - CEDEAO, declarou que após negociações a junta guineense decidiu reduzir para dois anos o prazo previamente estabelecido, apesar de tal decisão não ter sido confirmada até o momento pelo governo do país.


"Estive em Conacri com o Presidente da Comissão (da CEDEAO) para fazer entender à Junta Militar a decisão da Cúpula de Chefes de Estado de que a transição não pode ultrapassar 24 meses", afirmou Embalo.



 
 
 

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