Japão iniciará reuniões bilaterais com diversos países
- ATUALIDADES Internacionais

- 30 de mar. de 2022
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JAPÃO: Imperador Naruhito | PIB 5.057.759 US$ | Localização: Ásia Oriental, cadeia de ilhas entre o Oceano Pacífico Norte e o Mar do Japão, a leste da Península Coreana | Países fronteiriços: Não possui fronteiras diretamente ligadas a nenhum outro território, mas próximo a ele estão a Rússia (a norte e a nordeste), as Coreias do Norte e do Sul (a oeste), a China (a sudoeste) e as Filipinas (ao sul) | Litoral: 29.751 km. fonte:cia.gov; paises.ibge.gov.br
Por ATUALIDADES | 30 março 2022 | 15h55
Japão e Índia assinaram um acordo de troca de aquisições e assistência mútua em setembro de 2020, e desde julho do ano passado tal acordo lhes permitiu trocarem suprimentos militares e apoio logístico. O Ministro das Relações Exteriores do Japão, Yoshimasa Hayashi, e o Ministro da Defesa, Nobuo Kishi, pretendem realizar no mês de abril reuniões bilaterais sobre Políticas de Segurança, iniciando com os filipinos e posteriormente com os indianos. As reuniões se estenderão para os Estados Unidos, Austrália, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Indonésia e Rússia
A China tem enviado constantemente navios para o Mar da China Oriental, próximo às Ilhas Senkaku, administradas pelo Japão, que Pequim reivindica como sua e está envolvida em uma disputa territorial com as Filipinas e outras nações do Sudeste Asiático, sobre o Mar do Sul da China. Com o aumentou da ameaça nuclear sobre o Japão, com o aumento de lançamento de mísseis balísticos intercontinentais pela Coreia do Norte, com as instabilidades referentes à invasão da Ucrânia pela Rússia, tais motivos passaram a despertar a dúvida de que os chineses pudessem desejar intensificar suas atividades militares na região do Indo-Pacífico.
Visando fortalecer os laços de segurança entre os Ministros das Relações Exteriores e da Defesa dos países convidados, o Japão espera que as demais autoridades compartilhem a mesma opinião de que nenhuma tentativa unilateral de desestabilizar a região deva ser tolerada e que todos renovem sua promessa de promover a região do Indo-Pacífico livre e aberta.






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