GRANDES EMPRESAS ESTÃO SAINDO DA RÚSSIA
- ATUALIDADES Internacionais

- 3 de mar. de 2022
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Atualizado: 8 de dez. de 2022

FEDERAÇÃO RUSSA: Vladimir Putin | PIB: 1.483.498 US$ | Localização: Norte da Ásia na fronteira com o Oceano Ártico, estendendo-se da Europa (a porção a oeste dos Urais) até o Oceano Pacífico Norte | Países fronteiriços (14): Azerbaijão 338 km, Bielorrússia 1312 km, China (sudeste) 4133 km e China (sul) 46 km, Estônia 324 km, Finlândia 1309 km, Geórgia 894 km, Cazaquistão 7644 km, Coreia do Norte 18 km, Letônia 332 km, Lituânia (Kaliningrado Oblast) 261 km, Mongólia 3452 km, Noruega 191 km, Polônia (Kaliningrado Oblast) 209 km, Ucrânia 1944 km | Litoral: 37.653 km. Fonte:cia.gov; países.ibge.gov.br.
Por: ATUALIDADES | 03 março 2022 | 09h30
A invasão da Ucrânia pela Rússia arruinou estratégias de empresas multinacionais e forçou um número crescente de grandes marcas a saírem do país que insiste em se distanciar de um mercado globalizado, se tornando um grande risco para o mundo dos negócios. As empresas buscam manter suas reputações, fidelizar sua cultura organizacional e viver de acordo com os padrões de responsabilidade corporativa preestabelecidos.
Os empresários estão expressando preocupação com a situação dos ucranianos e estão deixando claro de que lado da história estão. O primeiro-ministro Mikhail Mishustin disse na terça-feira que ajudaria os investidores a tomar "uma decisão ponderada" em vez de sucumbir à pressão política das sanções, mas esta declaração não afetou a convicção das corporações, tais como: Apple, empresa de energia BP, Shell, A ExxonMobil, automotiva sueca Volvo Cars, montadora norte-americana Ford, Harley-Davidson, Renault, cervejaria tcheca Budvar, grupo cervejeiro dinamarquês Carlsberg e Baltika Breweries, empresa de transporte marítimo AP Moller-Maersk, fabricantes de aviões Boeing e Airbus
As empresas de petróleo e gás foram as primeiras a saírem sentindo a pressão dos ativistas climáticos para que se investisse agora em energia renovável. Empresas de outros setores sinalizaram que estão se distanciando do mercado russo por preocupação com a crise de larga escala que a Rússia tem provocado, afirmando alguns que os negócios não têm sido a principal prioridade neste momento.



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