FRANÇA APRESENTA PLANO NACIONAL PARA ACOLHER UCRANIANOS
- ATUALIDADES Internacionais

- 24 de mar. de 2022
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FRANÇA: Emmanuel Macron |PIB 2.630.318 US$ | Localização: França metropolitana - Europa Ocidental, na fronteira com o Golfo da Biscaia e o Canal da Mancha, entre a Bélgica e a Espanha, a sudeste do Reino Unido; na fronteira com o Mar Mediterrâneo, entre Itália e Espanha | Países fronteiriços (8): Andorra 55 km; Bélgica 556 km; Alemanha 418 km; Itália 476 km; Luxemburgo 69 km; Mônaco 6 km; Espanha 646 km; Suíça 525 km | Litoral: França metropolitana: 3.427 km. fonte:cia.factbook;países.ibge.
Por: ATUALIADDES | 24 março 2022 | 12h00
Na última segunda-feira, o Presidente dos EUA, Joe Biden, o Presidente da França, Emmanuel Macron, o Primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o Chanceler alemão, Olaf Scholtz, e o Primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, conversaram por videoconferência sobre a guerra na Ucrânia. Discutiram a crítica situação em Mariupol e a urgência de exercer ajuda humanitária sem obstrução, por indicação da Presidência francesa; país este que também está recebendo um elevado número de refugiados.
Mais de 26 mil refugiados ucranianos chegaram à França desde o início da guerra, entre eles 10.500 obtiveram residência temporária prevista na política de proteção temporária da UE em vigor. Após uma reunião interdepartamental de crise o Primeiro-ministro francês, Jean Castex, declarou que a França apresentou um plano nacional para fornecer moradia para pelo menos 100 mil refugiados ucranianos, afirmou que “Cada vez mais ucranianos estão encontrando refúgio na França ou transitando por nosso território. Estamos entrando em uma crise que vai durar e é uma honra para nosso país manter a recepção mais calorosa possível para nossos amigos ucranianos”.
Quase um mês após o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, declarou que a Ucrânia não irá se render e pela primeira vez se mostrou estar disposto para discutir com o seu colega, Vladimir Putin, questões ligadas à Crimeia - anexada em 2014 - e Donbass - região separatista reconhecida apenas por Moscou, mas com as “garantias de segurança e o fim das hostilidades”.






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