FORÇA OU DIPLOMACIA?
- ATUALIDADES Internacionais

- 14 de fev. de 2022
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Atualizado: 8 de dez. de 2022

ONU: Secretário-geral António Guterres | Organização das Nações Unidas constituída para garantir a paz e a segurança globais | Nova York - EUA | 193 países | 24 outubro 1945 | Trabalhar pela paz e desenvolvimento com a ratificação da Carta das Nações Unidas | A Segunda Guerra Mundial -1939 / 1945 - destruiu países, matou milhares de pessoas e deixou um sentimento generalizado de que era necessário encontrar uma forma de manter a paz | A União Soviética, o país que mais perdeu vidas, e os países da Europa estavam amplamente destruídos | Ideia central era evitar que um fenômeno como aquele, tão destruidor a toda a humanidade passasse a ser evitado | ONU. fonte:gov.br/planalto/
Por: ATUALIDADES | 14 fevereiro 2022 | 15h45
O Ministério da Defesa da Rússia, nesta última sexta-feira, afirmou que 400 militares participaram de exercício tático na região sul de Rostov, perto da fronteira com a Ucrânia e aproximadamente 70 veículos militares incluindo tanques e drones, foram utilizados nestas manobras de treino de missões de combate. A História da Diplomacia escrita através dos tempos informa com clareza sobre o Ministério da Defesa da Rússia, seu contingente militar, treinamentos e sua tecnologia, tão respeitados por todos os países.
Na atual crise da Ucrânia o que se apresenta não é mais uma questão de reconhecer ou não a força militar russa, mas sim a viabilidade ou não da solução dos motivos que levaram à esta crise, através de negociações internacionais compensatórias e de uma viável resolução pacífica, pelas vias das Diplomacias Presidenciais. Os problemas atuais são inovadores e complexos e requerem muito mais de seus líderes e das Nações.
Em meio à crise dos refugiados nas fronteiras europeias, as adequações limitantes da pandemia, a desproporção de territórios, involuir à violência da guerra conduz a um retrocesso comum, a perda do idealismo internacionalista e a desconstituição do histórico da Diplomacia Internacional, esquecendo-se das conquistas humanitárias conjuntas globais e das agruras do pós-guerra.






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