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Dina Boluarte assume presidência do Peru após a tentativa de impeachment de Pedro Castillo


REPÚBLICA DO PERU: Dina Boluarte | PIB 203.196 US$ | Localização: Oeste da América do Sul, na fronteira com o Oceano Pacífico Sul, entre o Chile e o Equador | Países fronteiriços (5): Bolívia 1.212 km; Brasil 2.659 km; Chile 168 km; Colômbia 1.494 km; Equador 1.529 km Litoral: 2.414 km.fonte:factbook.cia,paises.ibge,foto:nato.int


Por: ATUALIDADES | 08 dezembro 2022 | 09h30



Nesta quarta-feira (7), após tentar impedir a votação de seu impeachment o Presidente da República do Peru, Pedro Castillo, foi deposto pelo corpo legislativo por decretar a dissolução do Congresso e assumir o controle unilateral do governo, sendo preso sob a acusação de rebelião e violação da ordem constitucional. Um comunicado foi emitido pela Corte peruana no qual os Promotores Federais afirmaram: "Condenamos a violação da ordem constitucional. A constituição política do Peru consagra a separação de poderes e estabelece que o Peru é uma República democrática e soberana... Nenhuma autoridade pode se colocar acima da Constituição e deve cumprir os mandatos constitucionais."


Dina Boluarte, a Vice-presidente que imediatamente substituiu o Presidente Castillo, se tornou a primeira mulher líder na história do país, assim sendo, ao assumir o cargo e solicitar calma declarou à Nação: "O que peço é um espaço, um tempo para resgatar o país". As investigações de corrupção ligadas às corporações multinacionais, como ocorreu com a construtora brasileira Odebrecht, têm pairado sobre quase todos os ex-presidentes peruanos nestes últimos 40 anos.


Na sequência à destituição, o Secretário de Relações Exteriores do México, Marcelo Ebrard, informou que a Cúpula da Aliança do Pacífico que se realizaria em Lima seria adiada e pediu que a democracia e os direitos humanos fossem respeitados, da mesma forma, a Espanha condenou veementemente a quebra da ordem constitucional e parabenizou o país por se corrigir democraticamente. A Embaixadora dos Estados Unidos, Lisa Kenna, manifestou-se afirmando que o governo dos Estados Unidos rejeitou qualquer ação extraconstitucional do Presidente para interferir no Congresso.


 
 
 

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