Cláusula Não Primeiro Uso é retirada da atualização do Tratado de Não Proliferação Armas Nucleares
- ATUALIDADES Internacionais

- 29 de ago. de 2022
- 2 min de leitura
Atualizado: 5 de jan. de 2023

CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU: Rússia | O Conselho de Segurança da ONU é composto por 15 membros: 5 permanentes e 10 não-permanentes, que são eleitos para mandatos de dois anos | Membros permanentes: Estados Unidos da América; Federação Russa; França; Reino Unido e República Popular da China | Membros não-permanentes: África do Sul, Alemanha, Bélgica, Costa do Marfim, Guiné Equatorial, Indonésia, Kuwait, Peru, Polónia, República Dominicana. fonte: https://unric.org/pt
Por: ATUALIDADES | 29 agosto 2022 | 08h40
Na reunião de encerramento da Conferência de Revisão do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares 2022, presidida por Gustavo Zlauvinen, na sede da ONU em Nova York, que perdurou por quase todo o mês de agosto, a última versão apresentada não constava a cláusula que estabelecia que os Estados deveriam adotar doutrinas que proibissem o uso de armas nucleares, sendo esta removida do rascunho.
Incluir um apelo no relatório do Tratado para que os Estados proíbam o primeiro uso de armas nucleares tem sido uma questão controversa. Documento que entrou em vigor em 1970, este autoriza apenas cinco países a possuírem arsenais nucleares, ou seja, a Grã-Bretanha, China, França, Rússia e Estados Unidos e, atualmente, muitos fatores envolvem as discussões sobre os conflitos contínuos nas instalações do maior complexo de energia nuclear da Europa, instalado na Ucrânia.
Na versão anterior o relatório constava que os Estados com armas nucleares concordavam em tomar medidas para diminuir o papel e a importância das armas em todos os conceitos, doutrinas e políticas militares e de segurança. Para os Estados que possuem armas nucleares, tal citação por si só inclui a adoção de doutrinas de não primeiro uso, discordando com a frase explícita na versão mais recente.





Comentários