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China responde à OTAN

Atualizado: 5 de jan. de 2023


REPÚBLICA POPULAR DA CHINA: Xi Jinping | PIB: 14.722.801 US$ | Localização: Ásia Oriental, na fronteira com o Mar da China Oriental, Baía da Coreia, Mar Amarelo e Mar da China Meridional, entre a Coreia do Norte e o Vietnã | Países fronteiriços (14): Afeganistão 91 km, Butão 477 km, Birmânia 2.129 km, Índia 2.659 km, Cazaquistão 1.765 km, Coreia do Norte 1.352 km, Quirguistão 1.063 km, Laos 475 km, Mongólia 4.630 km, Nepal 1.389 km , Paquistão 438 km, Rússia (nordeste) 4133 km e Rússia (noroeste) 46 km, Tajiquistão 477 km, Vietname 1297 km | Litoral: 14.500 km.fonte,foto:cia.gov.the-world-factbook; países.ibge. gov.br


Por: ATUALIDADES | 30 junho 2022 | 10h45



A República Popular da China se manifestou publicamente sobre as declarações da OTAN expondo que a Organização era uma fonte de instabilidade gerando problemas em todo o mundo, acusando-a de atacar e difamar maliciosamente o país prometeu defender seus interesses. Após o encerramento de uma das reuniões da OTAN o Secretário-geral, Jens Stoltenberg, em sintonia com os objetivos do G7 -2022, declarou que o mundo mergulhou em uma fase perigosa de competição de grandes potências e que a China se esforça para subverter a ordem internacional baseada em regras, inclusive nos domínios espacial, cibernético e marítimo, apresentando sérios desafios à estabilidade global e com estreitos laços com Moscou.


O projeto geoestratégico que a China vem implantado desde 2013, denominado Nova Rota da Seda, BRI - Belt and Road Initiative ou corredor econômico, que consiste em um conjunto de investimentos envolvendo 65 países e 30% do PIB global, através da construção de portos, represas hidroelétricas, estradas e investimentos internacionais diversos, tem sua previsão de encerramento para 2049. Todos os investimentos foram direcionados via terrestre ligando a Europa, o Oriente Médio, a Ásia e a África e marítimos atravessando o Oceano Pacífico, Oceano Indico e alcançando o Mar Mediterrâneo.


Mediante esta expansão desenfreada e sua influência, o G7 decidiu se contrapor formalizando na Alemanha a “Parceria Para Infraestrutura Global”, como foi anunciado no ano passado, que consiste em uma alternativa para a Nova Rota da Seda oferecendo novas rotas comerciais para a Europa, África, América Latina e Ásia, objetivando concorrer com a China, beneficiar países de baixa e média rendas, sem promover o direcionamento externo de seu crescimento e a armadilha de seu endividamento.

 
 
 

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