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Catar aposta na cultura para manter viva sua história e atrair turistas

Atualizado: 5 de jan. de 2023


CATAR: Tamim bin Hamad al-Thani | PIB: 146.401 US$ | Localização: Oriente Médio, península na fronteira com o Golfo Pérsico e Arábia Saudita | Países fronteiriços (1): Arábia Saudita 87 km | Litoral: 563 km.fonte:factbook.cia;países.ibge;foto:factbook.cia




Por: ATUALIDADES | 21 abril 2022 | 08h30




As Quatro Casas de Msheireb datadas do início do século XX, mostram os alicerces da transformação do Catar para o resto do mundo. O Gerente de Exposições do Museus Msheireb, Fahad Al-Turky, explica que a casa Bin Jelmood tem como missão “honrar a contribuição do povo escravo, as contribuições culturais e econômicas para o estado do Catar e para contar a história que muitas vezes não é contada em outras partes do mundo”.


O povoado descoberto foi um centro regional do comércio de pérolas, que após sofrer vários ataques e ter sido combatido por várias potências do Golfo, desapareceu em 1811. A cidade foi reinstalada, mas acabou por ser abandonada no início do século XX.


Desejando atrair pesquisadores, historiadores e turistas interessados, a Curadora do Museu Nacional de Arqueologia e História, Alexandrine Guérin, informa que o conjunto com mais de 240 células e salas, uma mesquita e um forte, oferece um vislumbre da vida das pessoas no século IX. Vários locais, alguns datados do século VII, ajudaram o Museu Nacional a construir modelos realistas e a mostrar cerca de 900 objetos.


 
 
 

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