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Bangladesh e China negociam repatriação dos refugiados rohingyas

Atualizado: 5 de jan. de 2023


BANGLADESH: Abdul Hamid | PIB: 329.484 US$ | Localização: Sul da Ásia, na fronteira com a Baía de Bengala, entre a Birmânia e a Índia | Países fronteiriços (2): Birmânia 271 km; Índia 4.142 km | Litoral: 580 km.fonte:factbook.cia,países.ibge,foto:factbook.cia



Por: ATUALIDADES | 08 agosto 2022 | 09h55



Os Ministros das Relações Exteriores da China, Wang Yi, e de Bangladesh, AK Abdul Momen, em reunião neste domingo (8) em Dacca acordaram sobre a cooperação da China na repatriação de refugiados rohingyas para Mianmar.


Foram negociados quatro acordos sobre gestão de desastres, infraestrutura, intercâmbios culturais, expansão de benefícios comerciais e a elevação de 97% para 98% a isenção de impostos na comercialização de produtos e serviços de Bangladesh para a China.


Em 2017 os chineses tentaram intermediar a repatriação de aproximadamente 700.000 refugiados muçulmanos rohingyas, que fugiram da perseguição em Mianmar, sendo esta rejeitada pelo receio de represálias e perseguições sobre eles, por parte da Junta Militar que dominava o poder. "Nosso Ministro das Relações Exteriores reiterou fortemente que a cooperação chinesa é necessária. A China progrediu na resolução da questão rohingya e precisamos que a situação chegue ao fim", afirmou o Ministro de Estado Shahriar Alam.

 
 
 

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