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Afeganistão libera acesso nacional às universidades para meninas afegãs


AFEGANISTÃO: Conselho dos Líderes – Muhammad Hassan Akhund | PIB 19.793 US$ | Localização: Sul da Ásia, norte e oeste do Paquistão, leste do Irã | Países fronteiriços (6): China 91 km; Irã 921 km; Paquistão 2.670 km; Tajiquistão 1.357 km; Turquemenistão 804 km; Uzbequistão 144 km | Litoral: 0 km.fonte:factbook.cia,países.ibge,foto:factbook.cia


Por: ATUALIDADES | 07 dezembro 2022 | 08h30



Em agosto de 2021, com a saída da OTAN e dos Estados Unidos do Afeganistão após 20 anos de guerra, o grupo sunita ultraconservador que surgiu em 1994 durante a Guerra Civil Afegã, o Talibã, reassumiu o poder aplicando com rigidez as leis islâmicas, restringindo direitos e liberdades.


As meninas foram afastadas um ano e meio do ensino médio e fundamental, as mulheres proibidas de profissionalizarem-se, frequentarem parques, ginásios e locais públicos, sendo obrigadas a utilizarem a burca ou o nigab ao se esporem. Tais medidas, contrariaram algumas das promessas dos líderes afegãos à comunidade internacional de exercer um governo mais moderado.


Retomando os desafios propostos, o Ministro da Educação do Afeganistão, Habibullah Agha, anunciou nesta terça-feira (6) que os exames de conclusão do ensino médio seriam realizados em 31 províncias afegãs, liberando o acesso das mulheres às universidades, estabelecendo que as meninas afegãs que obtiverem o diploma conclusivo poderão inscrever-se nas universidades.


 
 
 

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