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A FEDERAÇÃO RUSSA E O IDEAL SEPARATISTA

Atualizado: 8 de dez. de 2022


Maidan é uma palavra de origem persa (ميدان‎, transl: maydān) que designa praça municipal ou local público de reunião | Praça da Independência em Kiev - Maidan Nezalejnosti Kiev | 18 a 23 fevereiro 2014 | Prolongada crise ucraniana iniciada em 21 de novembro de 2013 | Protestos em massa por opositores, conhecidos como Euromaidan | Praça da Independência | Kiev | Ucrânia.fonte:ipea.gov.br



Por: ATUALIDADES | 22 fevereiro 2022 | 11h15




A Euromaidan foi uma onda de manifestações e embates civis na Ucrânia, iniciada na noite de 21 de novembro de 2013 através de protestos públicos que exigiam maior integração europeia da ucrânia e a busca de sua sobrevivência econômica, pós dissolução da União Soviética. Os protestos evoluíram exigindo o afastamento do Presidente ucraniano, Viktor Yanukovytch e seu governo, quando o então presidente suspendeu os preparativos para a aplicação de um acordo de associação com a União Europeia, acarretando na Revolução Ucraniana ocorrida de 18 a 23 de fevereiro de 2014, na Praça da Independência, em Kiev, capital da Ucrânia.


Por ocasião desta agitação política a Rússia anexou a Crimeia, território da Ucrânia, tomando para si a principal saída do Leste Europeu para a Europa via mar, sendo sancionada como sujeito de uma ação internacional ilegal que violou a soberania ucraniana e o Direito Internacional. Os denominados separatistas, ou pró-russos, também desejavam a restauração da Constituição ucraniana tal como era entre 2004 e 2010, ou seja, implicitamente a reunificação da União Soviética.


As Forças que atuam na “Manutenção da Paz Internacional” são forças militares multinacionais, requerida ou não pelos países e instituída pela Organização das Nações Unidas, com aprovação e objetivos designados pelo Conselho de Segurança da ONU, para atuar em lugares remotos, zonas internacionais de conflito armado, como exército não permanente eximido de força policial própria, desta forma, os militares dos Estados-membros das Nações Unidas são membros dos seus exércitos nacionais, destacados para trabalhar com a ONU, ajudando a reforçar a segurança da população local e a proteger civis. Ontem, mais uma vez o Presidente russo contrariou as normas internacionais quando enviou o exército russo após o reconhecimento, não aprovado pela Comunidade Internacional, da independência das Repúblicas Separatistas de Donetsk e Lugansk – cidades ucranianas, minando, desta vez, a soberania ucraniana sob o pretexto do envio de Forças de Paz, sem qualquer conhecimento da ONU.




 
 
 

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