União Europeia avalia aplicar sanções de Direitos Humanos ao Irã referentes ao caso Amini
- ATUALIDADES Internacionais

- 5 de out. de 2022
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Atualizado: 8 de dez. de 2022

UNIÃO EUROPEIA: Ursula von der Leyen | Países (27) Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Suécia | Em Processo de incorporação (7): Turquia, Macedônia, Montenegro, Sérvia, Albânia, Ucrânia e República da Moldávia. | Bloco econômico com moeda própria e com espaço de circulação sem fronteiras que tem por princípios a liberdade, a democracia, a igualdade, o Estado de direito, a promoção da paz e da estabilidade.fonte:european-union.europa.eu
Por: ATUALIDADES | 5 outubro 2022 | 07h15
A violência dos atos no Irã tem estarrecido a comunidade internacional, desta forma, nesta terça-feira (4), em Paris, durante a Assembleia Nacional a Ministra dos Negócios Estrangeiros e Europeus da França, Catherine Colonna, foi interpelada pelos Parlamentares sobre a postura do governo francês mediante ao violento assassinato da iraniana Mahsa Amini, de 22 anos, e a consequente repressão dos protestos que mataram dezenas de manifestantes, com mais de 1.000 presos em todo o país.
Paris, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Itália e República Tcheca, Membros da União Europeia, estão discutindo a imputabilidade de Teerã com possíveis sanções como o congelamento de bens e a suspensão do direito de viajar pelos Países-membros. Atualmente, mais de 90 indivíduos iranianos já têm recebido estes tipos de penalizações.
O bloco econômico europeu vinha protelando certas ações no desejo de que as negociações paralisadas sobre o acordo nuclear no qual Irã e os Estados Unidos estão envolvidos chegassem a um consenso, porém, os recentes eventos têm distanciado esta expectativa. "Continuaremos a considerar todas as opções à nossa disposição, incluindo medidas restritivas, para abordar o assassinato de Mahsa Amini e a forma como as forças de segurança iranianas têm respondido às manifestações", declarou o Alto Representante para Assuntos Estrangeiros e Política Externa da UE, Josep Borrell.





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