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Primeiro-ministro japonês pede a reforma do Conselho de Segurança na Assembleia da ONU

Atualizado: 8 de dez. de 2022


ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS: Secretário-geral António Guterres | Nova York | 24 outubro 1945 | 193 países | A Segunda Guerra Mundial -1939 a 1945 - destruiu países, matou milhares de pessoas e deixou um sentimento generalizado de que seria necessário encontrar uma forma de que um fato tão destruidor passasse a ser evitado e que promovesse a manutenção da paz | Objetivo: garantir a paz, o desenvolvimento e a segurança globais sob a ratificação da Carta das Nações Unidas.fonte:gov.br/planalto, un.org



Por: ATUALIDADES | 21 setembro 2022 | 08h15


Na sessão desta terça-feira (20) em Nova York, o Primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, discorreu aos líderes presentes na 77ª Assembleia da ONU temas como o status de divisão geral que se tenta instalar provocado pela Rússia, o abandono por um país-membro de uma ordem mundial estabelecida pela evolução do Direito Internacional aplicável a todos os países, o desejo da instauração do medo no mundo, a prevalência do respeito à Rússia pela observância das regras estabelecidas pela ONU e seu Conselho de Segurança sobre o dever de coerência moral e jurídica da Organização, entre outros.


Reafirmou a necessidade urgente da reforma do Conselho de Segurança para que se adeque as necessidades dos tempos atuais, corrigindo também sua imagem que foi manchada quando um membro permanente na presidência e com poder de veto, incoerentemente estava em guerra. Pediu que se tomasse a Assembleia de 2023 como um marco das negociações definitivas para a reforma do órgão mundial.


Reforçou a importância das nações se manterem inseridas na ordem mundial baseada em regras do convívio internacional não apenas em relação à guerra na Ucrânia, mas também multilateralmente e criticou a ameaça do possível uso de armas nucleares pela Rússia, como uma "séria ameaça à paz e à segurança da comunidade internacional", denominando-a como "totalmente inaceitável".



 
 
 

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