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ONGs pedem urgência para que a UE se engaje no salvamento de migrantes no Mediterrâneo

Atualizado: 5 de jan. de 2023


UNIÃO EUROPEIA: Ursula von der Leyen | Países (27) Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Romênia, Suécia | Em Processo de incorporação (5): Turquia, Macedônia, Montenegro, Sérvia, Albânia | Espaço de circulação sem fronteiras, e de mesma moeda, que tem por princípios a liberdade, a democracia, a igualdade, o Estado de direito, a promoção da paz e da estabilidade de seus Estados-membros.fonte:european-union.europa.eu



Por: ATUALIDADES | 03 agosto 2022 | 10h20


As Organizações Não Governamentais humanitárias SOS Méditerranée, Médicos Sem Fronteiras e Sea-Watch publicaram um comunicado à União Europeia, nesta quarta-feira (03), pedindo o engajamento imediato nos rastreamentos e salvamentos dos diversos migrantes que tentam acessar à Europa pelo Mediterrâneo.


O pedido se faz urgente, uma vez que, durante o período de verão as condições meteorológicas parecem mais propícias para realização de tais viagens, aumentado consideravelmente o número de saídas da Líbia. No dia de hoje, um total de 659 migrantes, incluindo 150 menores, esperam há dias no navio da MSF Geo Barents, que aguarda orientações de como proceder e de onde desembarcar.


Segundo a declaração conjunta das Organizações, “desde 2014 o Mediterrâneo é a rota migratória marítima mais mortal do mundo”, apresentando um total de 19.737 pessoas que morreram ou desapareceram no mar.


 
 
 

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