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Japão assume seu assento como Membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU

Atualizado: 3 de jan. de 2023


CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU: António Guterrez | Composto por 15 membros: 5 permanentes e 10 não-permanentes, eleitos para mandatos de dois anos | Membros permanentes: Estados Unidos da América; Federação Russa; França; Reino Unido e República Popular da China | Membros não-permanentes: África do Sul, Alemanha, Bélgica, Costa do Marfim, Guiné Equatorial, Indonésia, Kuwait, Peru, Polônia, República Dominicana | Tem por objetivo negociar e aplicar ações que mantenham a segurança internacional e a promoção da paz mundial. fonte,foto:unric.org


Por: ATUALIDADES | 2 de janeiro 2023 | 09h10



O ano de 2023 será um ano significante para o Japão, marcado pela Cúpula do Grupo dos Sete em Hiroshima e por sua designação para a presidência mensal do Conselho de Segurança da ONU. Foram eleitos Japão, Moçambique, Equador, Suíça e Malta, em substituição à Índia, Irlanda, Quênia, México e Noruega, completando os dez assentos com Albânia, Brasil, Gabão, Gana e Emirados Árabes Unidos.


O país terá sua 12ª participação como Membro do Conselho por dois anos, após ter vencido em junho a eleição anual da Assembleia Geral, composta por 193 países, para 5 dos 10 assentos não-permanentes. Um dos objetivos da nação será tornar-se Membro permanente do Conselho de Segurança assim que este for reformado.


A pretensão da atual gestão será "tomar medidas para fortalecer o Estado de Direito na comunidade internacional ouvindo não apenas as grandes vozes, mas também estar atento às pequenas vozes", declarou o Primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, em Nova York.


 
 
 

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