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França anuncia Plano Nacional para redução de 10% no consumo de energia

Atualizado: 8 de dez. de 2022


FRANÇA: Emmanuel Macron | PIB 2.630.318 US$ | França metropolitana: Localização: Europa Ocidental, na fronteira com o Golfo da Biscaia e o Canal da Mancha, entre a Bélgica e a Espanha, a sudeste do Reino Unido; na fronteira com o Mar Mediterrâneo, entre Itália e Espanha | Países fronteiriços (8): Andorra 55 km; Bélgica 556 km; Alemanha 418 km; Itália 476 km; Luxemburgo 69 km; Mônaco 6 km; Espanha 646 km; Suíça 525 km | Litoral: 3.427 km. fonte:factbook.cia;países.ibge,foto:factbook.cia


Por: ATUALIDADES | 7 outubro 2022 | 07h25



A Ministra da Transição Energética, Agès Pannier-Runacher, anunciou nesta quinta-feira (6) o Plano Nacional de Sobriedade Energética com a finalidade de reduzir 10% do consumo de energia em relação aos índices de 2019, no período de um ano, visando introduzir a meta governamental de longo prazo de reduzir 40% até 2050. Na apresentação foi estimada a liberação de € 800 milhões para acompanhar a transição energética no setor imobiliário, nos transportes e no setor público.


Baixar no período noturno para 16°C a calefação nas empresas desocupadas, aumentar em 15% o subsídio fixo de teletrabalho no serviço público, reduzir a iluminação nas lojas do setor varejista, reduzir 1°C a temperatura da água em 4.000 piscinas públicas, instalar iluminação LED nas indústrias, reduzir o tempo de iluminação nos Estádios, desligar a iluminação de Museus, a Pirâmide do Museu do Louvre, o Palácio de Versalhes e áreas culturais ás 23h00, estão entre as medidas elencadas na relação das metas governamentais a serem aplicadas


O Plano não foi estruturado para superar uma crise, mas sim, preparar a França para um viver conscientemente que responda aos apelos das mudanças climáticas, evitando desperdícios e estimulando inovações sem a imposição de medidas obrigatórias para empresas ou para os franceses. “Todo mundo deve se comprometer porque nós estamos em uma situação de urgência pelo planeta e pelas gerações futuras, mas também, pela nossa independência”, ressalvou a Ministra.


 
 
 

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