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Assembleia de Emergência da ONU vota mais sanções após um ano de guerra na Ucrânia


ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS: Secretário-geral António Guterres | Nova York | 24 outubro 1945 | 193 países | Constituição: Segunda Guerra Mundial -1939 a 1945 - destruiu países, matou milhares de pessoas e deixou um sentimento generalizado de que seria necessário encontrar uma forma de que um fato tão destruidor passasse a ser evitado e que promovesse a manutenção da paz | Objetivo: garantir a paz, o desenvolvimento e a segurança globais respaldada pela Carta das Nações Unidas.fonte:gov.br/planalto


Por: ATUALIDADES | 23 fevereiro 2023 | 09h45



Na abertura da Décima Primeira Sessão Especial de Emergência da Assembleia Geral das Nações Unidas realizada na quarta-feira (22), para aprovar outras sanções à Rússia, o Secretário-geral da Organização, António Guterres, afirmou que estavam em um momento decisivo e que a invasão da Ucrânia era uma afronta à consciência coletiva de todos. Declarando que “as possíveis consequências de um conflito em espiral são um perigo claro e presente”, relembrou as ameaças no uso de armas nucleares e a dominação militar da usina nuclear Zaporizhzhia.


Em seu discurso, o Ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, exortou as nações do mundo que votem pedindo uma paz que garanta a "soberania, a independência, a unidade e a integridade territorial do país” que foi devastada pela guerra. Exortando os países a absterem-se do envio de armas, a Bielorrússia propôs emendas ao texto-base pedindo a exclusão das frases a "invasão em grande escala da Ucrânia" e "agressão pela Federação Russa, e da citação: “que a Rússia retire imediatamente todas as suas forças militares do território ucraniano”.


"Está ficando muito claro que a crise ucraniana só se tornará um catalisador para a visceral russofobia vir à tona. Agora contaminou as elites americana e europeia que estão competindo entre si para impor sanções quando, na verdade, as sanções estão atingindo mais duramente o mundo em desenvolvimento”, contraditou o Embaixador da Rússia na ONU Vassily Nebenzia


 
 
 

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