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União Europeia enfrenta realidade econômica proativamente

Atualizado: 8 de dez. de 2022


UE: Ursula von der Leyen | Países (27) Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Romênia, Suécia | Em Processo de incorporação (5): Turquia, Macedônia, Montenegro, Sérvia, Albânia | Espaço de circulação sem fronteiras, tem por princípios a liberdade, a democracia, a igualdade, o Estado de direito, a promoção da paz e da estabilidade.fonte:european-union.europa.eu



Por: ATUALIDADES | 26 outubro 2022| 19h15


A União Europeia tem se empenhado em diversificar suas alternativas para reduzir sua dependência energética da Rússia e estabelecer um teto viável para o elevado preço do gás, em consequência da guerra na Ucrânia. Motivo este que tem feito com que os países que aderiram anteriormente à redução gradativa da produção de energia nuclear revissem suas políticas internas de inserção em um sistema global mais humanizado, pós Hiroshima.


A contemporaneidade está sendo marcada pelo grau de adaptação e pela reavaliação dos mais diversos valores. A França decidiu construir mais reatores nucleares, assim como, a Alemanha e o Japão estão reativando suas usinas desativadas e planejando acionar outras novas.


A Bélgica contrariando uma lei publicada em 2003 adiou para 2035 o abandono da produção de energia nuclear que estava previsto para 2025. Por outro lado, na última quinta-feira (20) os governos de Portugal, França e Espanha firmaram um acordo para expandir as interconexões destinadas apenas ao gás na Península Ibérica, incluindo um gasoduto marítimo, para transportar o combustível fóssil e futuramente hidrogénio verde.


 
 
 

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