Primeiro-ministro japonês luta para ressuscitar a ideologia da paz
- ATUALIDADES Internacionais

- 17 de nov. de 2022
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Atualizado: 8 de dez. de 2022

GRUPO DOS VINTE | 1999 | Chefes de Estado e de Governo | plataforma multilateral estratégica que conecta as principais economias desenvolvidas e emergentes do mundo | Membros: Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, República da Coreia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia, Reino Unido, Estados Unidos e União Europeia. A Espanha também é convidada como convidada permanente | papel estratégico na garantia do futuro crescimento econômico global e da prosperidade representando mais de 80% do PIB mundial, 75% do comércio internacional e 60% da população mundial.fonte,foto: g20.org
Por: ATUALIDADES | 17 novembro 2022 | 10h20
Apesar de contrariar a cultura interna do Japão pós 1945, triplicando o orçamento destinado aos armamentos de guerra e reativando usinas nucleares, o Primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, pretendia obter adesões ao seu discurso na Cúpula do G20, sobre à retomada do bom senso para que todos pudessem alcançar um “Mundo Sem Armas Nucleares”.
Na tentativa de conscientizar a mensagem que estigmatiza seu país, ele não obteve sucesso ao ser suplantado pelas informações controversas e pelas urgentes discussões sobre o míssil que foi lançado em direção à Polônia no dia anterior à reunião. Para o governo japonês, este encontro iria lançar os preparativos para a próxima Cúpula do G7 em Hiroshima, no Japão, no próximo ano.
Reforçando uma resposta internacional, o Primeiro-ministro japonês, que representa a cidade de Hiroshima na Câmara dos Deputados, aguardou o Presidente russo para manifestar seu posicionamento contra à invasão da Ucrânia pela Rússia, assim como, sua grave ameaça no uso de bombas nucleares em pleno século XXI.




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