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Presidência do G7 afirma que a segurança da Europa e da região do Indo-Pacífico é inseparável


GRUPO DOS SETE - G7: Alemanha | 1975 | reunião periódica de presidência rotatória dos sete países entre os mais desenvolvidos industrialmente e economicamente, que se dizem democráticos | Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Canadá, com a presença de representantes da União Europeia.fonte:ec.europe.eu


Por: ATUALIDADES | 23 janeiro 2023 | 11h30


Ao término da reunião dos Chefes Militares da Organização do Tratado do Atlântico Norte no dia 19 de janeiro último, após observar que a Rússia mobilizou mais de 200.000 soldados adicionais o Ex-ministro das Relações Exteriores da Romênia, Mircea Geoana, afirmou que as nações da OTAN devem investir mais em defesa, aumentar a produção industrial militar para se preparar para futuras guerras. Acrescentou em sua declaração que "Não temos nenhuma indicação de que os objetivos de Putin tenham mudado. Portanto, devemos estar preparados para o longo prazo. 2023 será um ano difícil e precisamos apoiar a Ucrânia pelo tempo que for necessário".


De acordo com tais informações, o Ministro das Relações Exteriores do Japão Yoshimasa Hayashi, Presidente a Cúpula do Grupo dos Sete para 2023, afirmou nesta segunda-feira (23) que seu país liderará o Grupo norteado pela premissa de que a segurança da Europa e da região do Indo-Pacífico é inseparável, defendendo a ordem global baseada em suas regras, intensificando o respeito ao Estado de Direito e rejeitando firmemente a ameaça ou o uso de armas nucleares.


"Com uma forte resolução de não tolerar tentativas de mudar o status quo (no estado em que as coisas se encontravam antes da guerra) unilateralmente pela força em qualquer região, o Japão promoverá sanções contra a Rússia e mostrará apoio à Ucrânia ao colaborar estreitamente com os países do G-7 e outros", declarou o líder.

 
 
 

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