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OTAN afirma que míssil em território polonês é resultado de manobra de guerra

Atualizado: 8 de dez. de 2022


ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DO ATLÂNTICO NORTE - OTAN (NATO ing.): Jens Stoltenberg | Bruxelas, Bélgica | 4 abril 1949 | 30 PAÍSES | Albânia, Alemanha, Bélgica, Bulgária, Canadá, República Tcheca, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, França, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia do Norte, Montenegro, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, Roménia, Turquia | Pacto de defesa múltipla garantindo a liberdade e segurança dos seus membros através de meios políticos e militares.fonte,foto:nato.int.


Por: ATUALIDADES | 17 novembro 2022 | 09h10



De acordo com as investigações sobre a queda de um míssil em território polonês com a morte de dois civis nesta terça-feira (15), o Presidente polonês Andrzej Duda declarou que provavelmente este adveio de manobras de defesas aéreas na Ucrânia que estava sob ataque, não havendo qualquer intencionalidade.


"A defesa da Ucrânia estava lançando seus mísseis em várias direções e é altamente provável que um desses mísseis infelizmente tenha caído em território polonês. Não há nada, absolutamente nada, que sugira que tenha sido um ataque intencional à Polônia”, afirmou o Presidente Duda.


Para o Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, as declarações do governo ucraniano têm coerência e procedem, as transmitindo aos Estados-membros em Bruxelas. Não concordando com as análises, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy as contestou solicitando continuidade e intensificação nas investigações.

 
 
 

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