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Fórum das Ilhas do Pacífico - PIF declara estado de emergência climática

Atualizado: 5 de jan. de 2023


FÓRUM DAS ILHAS DO PACÍFICO ( PIF ) | 1971 | Suva-Fiji || Membros: Austrália, Ilhas Cook, Estados Federados da Micronésia, Fiji, Kiribati, Ilhas Marshall, Nauru, Nova Zelândia, Niue, Palau, Papua-Nova Guiné, Samoa, Ilhas Salomão e Ilhas Tonga, Tuvalu e Vanuatu, Timor Leste, e os territórios ultramarinos franceses da Nova Caledônia e Polinésia Francesa | Organização intergovernamental de presidência rotativa que visa melhorar a cooperação entre os países e territórios do Oceano Pacífico , incluindo a formação de um bloco comercial e operações regionais de manutenção da paz.fonte,foto: forumsec.org


Por: ATUALIDADES | 15 julho 2022 | 09h25



Enfrentando a real ameaça das mudanças climáticas, os líderes do Fórum das Ilhas do Pacífico declararam que o aquecimento global e suas consequências são o maior risco que as Ilhas sofrem no momento, tendo declarado nesta sexta-feira (15) o estado de emergência climática. Durante o encontro o governo australiano dobrou sua meta para reduzir as emissões de gases de efeito de estufa se comprometendo em 43%, abaixo dos níveis de 2005, até 2030 e as emissões líquidas zero até 2050, buscando realizar a parte que lhe cabe em relação à neutralidade climática exposta no Acordo de Paris.


Dentre os assuntos discutidos os Membros decidiram pelo retorno de Kiribati ao Fórum pelas vias diplomáticas, a realização de ações conjuntas para o enfrentamento das mudanças climáticas constatadas, análise do crescimento da influência chinesa na região, o Tratado das Ilhas Salomão, a unidade do Pacífico, entre outros. O país australiano tem assinado um antigo tratado de segurança com as Ilhas Salomão e o novo acordo assinado com a China despertou temores de uma instalação militar chinesa permanente a 2.000 km da costa nordeste da Austrália


Em resposta às preocupações sobre o Tratado de segurança recém-assinado, o Primeiro-Ministro das Ilhas Salomão, Manasseh Sogavare, afirmou na quinta-feira (14) que “o novo pacto de segurança de seu país não permitiria que a China construísse uma base militar em sua nação e fizesse de seus cidadãos alvos de potenciais ataques militares".



 
 
 

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