Estados Unidos e Rússia entram em atrito sobre fornecimento de armamentos e apoio à Ucrânia
- ATUALIDADES Internacionais

- 12 de set. de 2022
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Atualizado: 5 de jan. de 2023

CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU: António Guterrez | Composto por 15 membros: 5 permanentes e 10 não-permanentes, são eleitos para mandatos de dois anos | Membros permanentes: Estados Unidos da América; Federação Russa; França; Reino Unido e República Popular da China | Membros não-permanentes: África do Sul, Alemanha, Bélgica, Costa do Marfim, Guiné Equatorial, Indonésia, Kuwait, Peru, Polónia, República Dominicana | Tem por objetivo negociar e aplicar ações que mantenham a segurança internacional e a promoção da paz mundial. fonte,foto: https://unric.org/pt
Por: ATUALIDADES | 12 setembro 2022 | 08h20
Durante a terceira reunião consecutiva do Conselho de Segurança das Nações Unidas na quinta-feira (8) sobre a guerra na Ucrânia, Estados Unidos e Rússia entraram em desacordo debatendo fortes opiniões contrárias. A princípio, o Conselho se reuniu para esclarecer a real situação na usina nuclear de Zaporizhzhia, porém, na quinta-feira a sessão se realizou por convocação da Rússia para discutir as ameaças à paz causadas por governos estrangeiros que fornecem armas e bens militares à Ucrânia.
O conflito iniciou quando os russos acusaram os Estados Unidos e o Ocidente alegando que eles são os verdadeiros responsáveis pela guerra, uma vez que, estão aumentando e prolongando todo o embate, assim como, supor que o fornecimento de armamentos modernos à Ucrânia poderia fazer com que vencessem esta guerra seria mera fantasia; ratificaram que os russos ganharão a guerra como prometido. Os Estados Unidos revidaram com indignação a ousadia da Rússia em transferir sua responsabilidade, culpando outros países.
O Embaixador ucraniano, Sergiy Kyslytsya, que participava da reunião ressalvou que “o ex-líder soviético Nikita Khrushchev escreveu em suas memórias que Hitler não teria sido derrotado sem a ajuda dos EUA e hoje, a Ucrânia e os EUA, e seus outros aliados, estão fazendo o possível para garantir tal resposta contra a Rússia”.




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