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Cristãos chineses buscam fugir da perseguição religiosa pedindo refúgio na Tailândia

Atualizado: 8 de dez. de 2022


ALTO COMISSARIADO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA REFUGIADOS - ACNUR: Alto Comissário Filippo Grandi | Organização das Nações Unidas | 14 dezembro 1950 | Genebra, Suíça | Agência que atua para assegurar e proteger os direitos das pessoas distantes de seu país de origem motivados por fundados temores de perseguição por questões de: raça, religião, nacionalidade, pertencimento a um determinado grupo social ou opinião política, grave e generalizada violação de direitos humanos e conflitos armados em todo o mundo.fonte,foto:acnur.org


Por: ATUALIDADES | 21 setembro de 2022 |15h00


A Lei da China exige que cristãos cultuem sua fé apenas em igrejas filiadas ao Partido Comunista e desde 2018 o país tem intensificado a repressão sobre os templos religiosos e suas escolas, os invadindo, os obrigando a fechar e perseguindo severamente seus seguidores e familiares, até mesmo em outros países. Os cristãos que conseguem fugir da China buscam a liberdade religiosa e o direito que seus filhos recebam a educação cristã.


Vários grupos de católicos têm partido para a Coreia do Sul onde não recebem o asilo, e assim, continuam seu ato heroico de buscar refúgio tentando em outros países. Na Tailândia estes grupos procuram pela Agência da ONU para Refugiados – ACNUR, porém, a demora faz com que os dissidentes sejam deportados para a China, enquanto esperam escondidos e sob perseguições que a ONU aprove seu status de refugiado.


Os números são alarmantes na Ásia e na África e situação semelhante tem ocorrido em Mianmar, República Centro-Africana, Egito, Índia, Iraque, Nigéria, Coreia do Norte, Paquistão, Filipinas, Sri Lanka e Sudão. Segundo a declaração do Arcebispo de Karachi no Paquistão à ACN Brasil, Cardeal Joseph Coutts, “a perseguição de uma religião pode assumir muitas formas. Podem ser os ataques diretos e brutais realizados pelo EI no Iraque e na Síria contra os cristãos e os Yazidis, ou podem ser formas mais sutis, como por exemplo discriminação, ameaças, extorsão, sequestro e conversão forçada, negação de direitos ou restrições à liberdade".

 
 
 

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