Coreia do Norte - China e Rússia inviabilizam decisão do Conselho de Segurança da ONU
- ATUALIDADES Internacionais

- 22 de nov. de 2022
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CONSELHO DE SEGURANÇA DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS: Brasil - Manoel Cavalcante de Lima Neto | 1946 | 15 membros | 5 Permanentes com poder de veto: Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia e China. | 10 Não-permanentes: Brasil, Albânia, Gabão, Gana, Emirados Árabes Unidos (2021), Índia, Irlanda, Quênia, México e Noruega | Os dez membros não-permanentes são eleitos pela Assembleia-Geral da ONU para mandatos de dois anos | Sistema internacional capaz de zelar pela manutenção da paz e pela segurança internacional com decisões vinculativas aos 193 Estados-membros da ONU.fonte,foto:un.org
Por: ATUALIDADES | 22 novembro 2022 | 09h25
Ao término da reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir emergencialmente as sanções pelo lançamento do novo míssil de longo alcance Hwasong-17 da Coreia do Norte, com capacidade de atingir a América do Norte, Rússia e China se opuseram a qualquer nova pressão ou sanção ao país, inviabilizando qualquer decisão do Órgão.
O Embaixador da China na ONU, Zhang Jun, pediu esforços "para esfriar a situação, reiniciar o diálogo e tentar se encontrar no meio do caminho para evitar que a situação se repita ou até mesmo fique fora de controle. O Conselho de Segurança deve desempenhar um papel construtivo nesta questão e nem sempre deve condenar ou exercer pressão sobre a República Popular Democrática da Coreia. Os EUA tomem a iniciativa, mostrem sinceridade, apresentem propostas realistas, respondam positivamente às preocupações legítimas da Coreia do Norte, parem os exercícios militares e aliviem as sanções”.
O Embaixador dos Estados Unidos, Thomas-Greenfield, apresentou um comunicado em nome dos demais membros do Conselho: "Convidamos todos os Estados-membros a se juntarem a nós na condenação dos lançamentos ilegais de mísseis balísticos da RPDC e pedimos a plena implementação das resoluções existentes do Conselho de Segurança. Continuamos comprometidos com a diplomacia e, para esse fim, encorajamos a RPDC a interromper seu comportamento ameaçador em violação de várias resoluções do Conselho de Segurança e a se envolver em um diálogo significativo em direção à desnuclearização".





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