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Conselho da ONU se reúne em caráter emergencial mas não decide quais ações aplicar à Coreia do Norte

Atualizado: 8 de dez. de 2022


CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU: António Guterrez | 24 outubro 1945 | 15 Membros | 5 Membros permanentes: Estados Unidos da América, Federação Russa, França, Reino Unido e República Popular da China | 10 Membros não-permanentes: África do Sul, Alemanha, Bélgica, Costa do Marfim, Guiné Equatorial, Indonésia, Kuwait, Peru, Polônia e República Dominicana | mandatos de dois anos | Negociar e aplicar ações que mantenham a segurança internacional e a promoção da paz mundial. fonte: https://unric.org/pt

Por : ATUALIDADES | 6 outubro 2022 | 10h15



A Coreia do Norte parece estar conseguindo modificar a cultura de paz japonesa. Nesta quarta-feira (5) o Conselho de Segurança das Nações Unidas se reuniu emergencialmente para tratar do lançamento do míssil balístico norte-coreano sobre o território japonês que obrigou o governo a emitir um sinal de alerta de evacuação, paralisando a sociedade. A sessão terminou sem acordo, após a Rússia e a China insistirem que os exercícios militares liderados pelos americanos na região provocaram a ação da Coreia do Norte


A Embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, discordou das afirmativas alegando que os lançamentos sucessivos iniciaram muito antes dos exercícios militares na região e que os votos dos dois Membros permanentes, Rússia e China, capacitam Kim Jong-un. O Vice-representante da China, Geng Shuang, descreveu o assunto como um confronto entre os EUA e a Coreia do Norte e solicitou uma abordagem mais conciliatória por parte de Washington.


Em maio deste ano, chineses e russos votaram contra uma Resolução do Conselho de Segurança sobre o agravamento das sanções de 2016. Analistas internacionais e Partidos políticos japoneses afirmam que o governo do Japão deveria considerar seriamente retomar a comunicação com a Coreia do Norte para instar o líder Kim Jong Un a retornar à mesa de negociações com os Estados Unidos, uma vez que, a Rússia e a China estão dividindo opiniões e paralisando as ações do Conselho.

 
 
 

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